Cataki, o tinder da reciclagem

Em julho de 2017 ocorreu o lançamento do aplicativo Cataki, ele tem como objetivo conectar catadores independentes a cidadãos que queiram se desfazer dos materiais recicláveis corretamente. Foi desenvolvido pela ONG Pimp My Carroça, do ativista e grafiteiro Mundano, de São Paulo. E, em fevereiro ganhou o grande prêmio de inovação do Netexplo – observatório que estuda o impacto social e econômico de tecnologias digitais e premia iniciativas consideradas revolucionárias –, em Paris.

O aplicativo identifica os catadores de uma determinada região em um mapa com ícones de carroças, veículo com que a maioria transporta os resíduos coletados. Em Pernambuco já existem 71 catadores cadastrados no Cataki, mais de 500 em cerca de cem cidades no país. De acordo com a ONG, eles são responsáveis pela coleta de 9 em cada 10 quilos de matéria reciclado no país, mas não possuem reconhecimento pela atividade que desempenham.

Uma plataforma colaborativa e sem fins lucrativos, nela há um perfil simpático apresentando cada catador, com foto; apelido; telefone; áreas onde atua e, uma breve história de vida. Não existe nenhuma taxa para usar o aplicativo, mas a recomendação é que os catadores sejam pagos pelo serviço, de acordo com a quantidade de material reciclado e a distância a percorria.

A Inovar Ambiental apoia essa iniciativa para que o aplicativo ganhe cada vez mais força e reconhecimento em meio ao gerenciamento de resíduos.

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