Planeta gerará 50 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos até o fim do ano

A indústria de eletroeletrônicos é a que mais cresce no mundo. E não é difícil imaginar o porquê. As crianças de hoje em dia já ganham tablets de presente e os adultos trocam de smartphone com uma regularidade assombrosa.

O problema é o passivo que esse consumismo desenfreado resulta. De acordo com o Pnuma – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a cada ano são geradas 41 milhões de toneladas de lixo eletrônico provenientes do descarte de computadores, celulares e outros dispositivos móveis, cujo ciclo de uso tem se tornado cada vez menor.

Segundo previsões, esse número pode chegar a 50 milhões de toneladas já no final desse ano. Já a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) avalia que o preço de uma tonelada de lixo eletrônico gire em torno de 500 dólares. Seguindo esse cálculo, o valor do passivo não registrado e informalmente manuseado, incluindo os que são comercializados ilegalmente e despejados, encontra-se entre 12,5 a 18,8 bilhões de dólares por ano.

Riscos ambientais

Esse tipo de material pode ser altamente tóxico devido ao uso de metais pesados e diversos elementos químicos em sua composição. O chumbo, cobre, mercúrio, cádmio, bário, alumínio, arsênio, cromo, níquel, zinco e prata contido nesses produtos tornam-se graves passivos, contaminando recursos hídricos e o próprio homem.

Por isso que empresas que fazem o seu correto gerenciamento, como a Inovar Ambiental, são parte fundamental da solução.

A Inovar presta a coleta, o acondicionamento e o transporte feitos por equipamentos específicos em um processo que atende a todas as normativas estabelecidas pelos órgãos ambientais. Após isso, realiza a desmontagem e separação de partes específicas dos resíduos eletroeletrônicos e extrai diferentes elementos de cada componente que podem, posteriormente, gerar receita ao cliente e serem reaproveitadas em outros processos produtivos.

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